Sou meio copo cheio de tudo que não quero
Sou meio copo vazio de tudo que espero
Me esvaziem ou me completem
Ou um dia desses ainda me quebro
Vivendo pela metade.
terça-feira, 13 de outubro de 2015
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Infantilidade
De infantilidade
Acho que todo mundo precisa de um pouquinho disso
É um remédio contra a chatice do mundo
Os adultos que somos deviam saber
Se somos corpo e mente
Nós podemos escolher
As crianças que fomos não precisam desaparecer
E os nossos sonhos de infância
Nunca devem morrer.
Acho que todo mundo precisa de um pouquinho disso
É um remédio contra a chatice do mundo
Os adultos que somos deviam saber
Se somos corpo e mente
Nós podemos escolher
As crianças que fomos não precisam desaparecer
E os nossos sonhos de infância
Nunca devem morrer.
sábado, 10 de outubro de 2015
Das palavras
Palavras,
Só elas me entendem!
O que eu conto pra elas
Os outros não entenderiam
Elas me escutam
Em psicoterapia
Minhas verdades secretas
Se escondem em nossos versos
E é muito bom
Ter elas por perto.
Só elas me entendem!
O que eu conto pra elas
Os outros não entenderiam
Elas me escutam
Em psicoterapia
Minhas verdades secretas
Se escondem em nossos versos
E é muito bom
Ter elas por perto.
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Meu sol
Você é meu sol
Quero acordar junto com você
É tão bom te ver entardecer
Eu quero me por junto com você.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Das brigas
Às vezes enche tanto
Até a tampa
Subo correndo meus andares
Buscando qualquer saída de emergência
Mas ela às obstrui
Usando qualquer bugiganga fofocada
Pensamentos em parafuso
As ideias como um elevador enguiçado
Escuto a sirene
Nos corredores já há fumaça
E eu não vejo nenhuma luz
De porta em porta trancada
Desisto!
Fujo de mim e levo ela junto
Estilhaçando a vidraça
Estamos novamente em queda livre
Rumo a desgraça
Lá embaixo
Na calçada os outros olham
Perplexos, a nossa sujeira
Nos desmanchamos outra vez
E por besteira.
Até a tampa
Subo correndo meus andares
Buscando qualquer saída de emergência
Mas ela às obstrui
Usando qualquer bugiganga fofocada
Pensamentos em parafuso
As ideias como um elevador enguiçado
Escuto a sirene
Nos corredores já há fumaça
E eu não vejo nenhuma luz
De porta em porta trancada
Desisto!
Fujo de mim e levo ela junto
Estilhaçando a vidraça
Estamos novamente em queda livre
Rumo a desgraça
Lá embaixo
Na calçada os outros olham
Perplexos, a nossa sujeira
Nos desmanchamos outra vez
E por besteira.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Dos significados
Eu sou uma poesia
Sabe o que eu quero dizer?
Eu como todas as outras
Quero dizer tudo isso que você pensou
Quando acabou de me ler.
Sabe o que eu quero dizer?
Eu como todas as outras
Quero dizer tudo isso que você pensou
Quando acabou de me ler.
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Quintaneando
Não há nenhum problema
Em ter no horizonte
Algumas utopias
Nossa vida ruma ao fim
O que importa é o caminho
Se as coisas são inatingíveis
Para quem vive "Quintaneando"
Não é motivo para não querê-las
Ninguém sabe do destino
Escondido, escrito nas estrelas.
Salve o mestre...
Das Utopias
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
Mario Quintana
Em ter no horizonte
Algumas utopias
Nossa vida ruma ao fim
O que importa é o caminho
Se as coisas são inatingíveis
Para quem vive "Quintaneando"
Não é motivo para não querê-las
Ninguém sabe do destino
Escondido, escrito nas estrelas.
Salve o mestre...
Das Utopias
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
Mario Quintana
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